O Engenhão é o ponto mais crítico. A comercialização ocorre na Ala Sul, e a fila quilométrica no estádio começou no fim da noite passada, por volta das 22h. Dos 18 guichês disponíveis, apenas quatro funcionaram no início da manhã. Por conta do aumento da demanda, mais quatro bilheterias foram abertas. Como os idosos (com mais de 65 anos) têm acesso livre, muitas pessoas chegaram ao local acompanhadas por parentes e amigos mais velhos para tentar tirar vantagem. Os funcionários que tentam manter a ordem não permitiram.
A bilheteria é uma vergonha. Você vê gente oferecendo dinheiro aos supervisores para não ter de entrar na fila"
disse o funcionário público, de 29 anos, que se identificou como Bruno
- A demanda é muito grande. A estrutura estava montada no Engenhão desde as 6h45m, mas já tinha gente na fila desde as 22h de ontem (domingo). Houve um problema com a internet do estádio, que foi desligada ontem.
A Arena da Barra é outro ponto que causa transtornos aos torcedores. Pelo segundo dia seguido, houve muita reclamação e tumulto. A principal queixa: os funcionários da BWA têm permitido que pessoas desrespeitem a fila. A presença de cambistas também incomoda.
- Estou na fila desde as 11h. Está tendo "fura" e cambista. Aparece gente na grade, diz que o primo está na fila, dá o dinheiro e ninguém faz nada – afirmou o militar Adriano Brito, de 33 anos.
Na Gávea, na sede do Flamengo, a fila na Rua Ministro Raul Machado era pequena e bem tranquila no início da tarde.
No sábado, a venda de ingressos para o jogo começou para os sócios, que compraram 1.280 dos pouco mais de 37 mil bilhetes postos à venda. No domingo, foram vendidos 20.150 ingressos. Com as gratuidades, o público no Engenhão será de 42 mil pessoas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário